Os principais métodos analíticos disponíveis para a determinação da Ocratoxina A nas uvas foram testados e comparados. Amostras de uvas de diferentes castas, constituídas por um número de bagos variáveis, entre 200 e 400, foram colhidas e preparados para as análises de acordo com o método proposto por Garcia Moruno et al. (2004) e submetidas a análises de HPLC com revelação espectrofotométrica. A determinação de OTA foi também realizada por via imunoenzimática. A síntese de Ocratoxina A – metiléster e o registo dos espectros de emissão foram finalmente utilizados como métodos de confirmação. O método imunoenzimático deu resultados com margens de erro menores que o método HPLC do qual o momento crítico foi a re-solubilização do resíduo seco em fase móvel. Finalmente, o método seguro revelou sem dúvida ser a combinação do espectro de fluorescência com o método de esterificação de amostra. Aconselha-se a leitura integral do artigo. Título original: Studio dei metodi chimici per il monitoraggio dell’ocratossina A (OTA) nell’uva

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