A capacidade de controlar o crescimento dos microrganismos presentes durante o processo de produção e armazenamento do vinho tem importância vital para alcançar e conservar um produto de qualidade. A alteração na ordem de utilização de algumas espécies de microrganismos durante a vinificação pode repercutir-se de forma negativa no perfil organoléptico e na sanidade do vinho. O risco é a obtenção de um produto final com poucas possibilidades num mercado altamente competitivo. A eficiência metabólica e a robustez dos microrganismos que protagonizam as fermentações alcoólica e maloláctica do vinho facilitam a obtenção de um produto final de qualidade, ao mesmo tempo que controlam o aparecimento de possíveis interferências.