A relação entre as estirpes de leveduras S.cerevisiae sensíveis ao factor Killer e as outras que produzem este factor foi estudada neste trabalho, utilizando-se uma nova metodologia de acompanhamento das populações de leveduras. A aptidão das leveduras Killer para eliminar as leveduras sensíveis depende essencialmente da proporção inicial de levedura Killer na microflora inicial. Esta eficácia das leveduras Killer depende igualmente do nível de sensibilidade das estirpes sensíveis e das condições do meio, ou seja, do mosto. Num mosto estéril filtrado, uma proporção inicial de 2 a 6 % de leveduras killer, na mistura inicial, domina a fermentação eliminando totalmente a estirpe isogénica (mesma estirpe que a levedura killer mas sensível). Esta proporção inicial varia e deve ser aumentada quando a estirpe de levedura sensível não é isogénica. Observou-se que as condições de fermentação provocaram igualmente um efeito sobre a actividade do factor killer. Na vinificação de branco, as partes sólidas que ficam em suspensão depois de uma etapa de clarificação pelo frio, exerceram um efeito negativo no nível de actividade do factor Killer. A adição de bentonite teve igualmente um efeito na supressão da levedura sensível nas experiências de co-fermentação numa mistura de leveduras sensíveis e killer. Pelo contrário a adição de nutrientes complexos (que contenham paredes de leveduras) não provocou nenhum efeito inibidor na actividade do factor killer.
Historicamente, muitas das causas têm sido atribuídas a fermentações lentas..
Trabalhos anteriores demonstraram o impacto do pH na estabilidade proteica..
A adstringência é um atributo sensorial crucial tipicamente descrito como..
A cor é um parâmetro chave dos vinhos rosés. A..
O sector do vinho enfrenta hoje dois grandes desafios: as..
