O Mundo está no auge de uma transformação sem precedentes, que modificará todas as facetas da sociedade, ao ponto de se tornar irreconhecível durante os próximos 20 a 30 anos. Mesmo as indústrias mais tradicionais como a do vinho não serão capazes de evitar esta metamorfose inevitável. O fosso crescente entre a produção e o consumo do vinho (excessos anuais já variam entre 15 a 20%) num sistema económico global, “sem fronteiras” e a forte concorrência são as principais razões que forçam as indústrias vitivinícolas tradicionais, centradas sobre a produção, a transformarem-se em empresas apoiadas sobre as exigências do mercado. Além disso é também necessário inovar. Apesar do cepticismo actual, sobre os organismos e os produtos geneticamente modificados (os OGM e os produtos GM), a genética na indústria vitivinícola tem um potencial enorme.
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