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Inovação enogastronómica e circuitos curtos de distribuição

infowine.forum 2018 | Apresentação oral

S. Rachão1*, V. Joukes2, J. Salvado2, M. L. Tibério2

1, 2 Department of Economics, Sociology and Management, School of Human and Social Sciences, University of Trás-os-Montes and Alto Douro, Portugal. INNOVINE&WINE project. Plataforma de Inovação da Vinha e do Vinho

* Corresponding author: Tel: +351-966-533-419, e-mail: susanar@utad.pt

 

O consumo de alimentos frescos associados à “cozinha de autor”, identitários da gastronomia regional ou nacional, levou a que vários investigadores identificassem a “retro-inovação” como uma nova tendência de mercado nos estabelecimentos de restauração Objetivo: Investigar o posicionamento e a comercialização dos produtos vinho e gastronomia do ponto de vista dos stakeholders. Metodologia: A triangulação dos dados de três tipos de fontes primárias foi aplicada: análise de conteúdo online dos canais de distribuição utilizados pelos restaurantes, entrevistas com atores públicos, privados e associações, e questionários em forma de entrevistas cara-a-cara. O conteúdo dos canais de distribuição online, assim como das entrevistas foi analisado com o software NVivo 11. O SPSS versão 24 foi aplicado para análise estatística dos questionários. Resultados: Os resultados preliminares demonstram que os atores intervenientes nas regiões vitivinícolas do Norte de Portugal concordam que os aspetos mais relevantes da identidade de cada região gravitam em torno de oito atributos: vinho do Porto, vinha e vinho, património religioso, natureza, nascentes termais, património histórico, território humanizado (paisagem viva) e gastronomia regional. No entanto, respeitante à cooperação entre empresas de vinho e turismo, existe uma evidente falta de colaboração entre as empresas. Assim, a falta de cooperação reveste-se como uma barreira para o crescimento de produtos turísticos compósitos e, logo, as vendas através de canais alternativos são dificultadas dada a fragmentação da oferta. Implicações práticas: A falta de cooperação entre as empresas do sector do vinho e do turismo no Norte de Portugal poderia ser colmatada com a organização de uma feira internacional do vinho na região do Douro alavancando o orgulho comunitário. Conclusões: As conclusões vão unir os diferentes prós e contras para privilegiar “circuitos curtos de distribuição” dentro de um contexto turístico, uma solução viável que foi encontrada aplicando a triangulação de diferentes tipos de dados.

Publicado em 18/06/2018
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